Rio

Houve um hiato. Quando tento analisá-lo a vida correu demais e me forçou a segui-la e enquanto seguimos os acontecimentos se sucederam com tanta rapidez que falar sobre um assunto ou outro parece negligência ou minorar importâncias.

Creio que esta face figurada em texto jornalístico espelha os sentimentos dúbios , dilacerados junto a júbilos esperados e desesperados .

Uma vida veio , absurdamente linda .

A emoção de ver uma vida surgir sempre me fez um ser no qual meu volume de distribuição é incalculável diante dos sentimentos e ansiedade.

Os militares aturdidos foram constrangidos a ” dar um jeito no Rio” o jeito que deveria ter sido dado quando foi descoberto e alavancado, este jeito, na abolição da escravatura quando sem emprego e, óbvio, dinheiro começou a ocupação desordenada nos morros onde a nata atlântica imperava.

Aturdidos entraram e devem estar. Pautados que são em disciplina rigorosa adentrar a uma cidade ou ” estado ” completamente dominado pelo poder paralelo em todos os sentidos: do crime aos governantes.

Tudo é paralelo no Rio. A retidão em dar e acatar ordens há muito se foi na cidade apavorada. Estão , os militares, aturdidos até o momento . Uma simples ação de defesa torna-se aos olhos de ONGs , esquerdistas , humanóides fictícios motivo de ” intervenção dos direitos humanos”

Nesta paranóia toda o único que ousou falar e depois foi devidamente calado lá em Versailles foi o ministro e nem sei se continua , ministro da justiça ( odeio ver este nome ser usado em vão neste paisinho): ao dizer que grandes e graúdos nomes do crime organizado ( reparem o nome) são ligados a autoridades eleitas pelo povo e então também formar ( deve haver inveja também uma organização criminosa) So rindo para não chorar ( só inverte o nome lá encima). A afirmação é a verdade pura e inconteste.

Dá vontade de rir só ver o mortiço e mortífero Pezão ir cobrar do tal ministro , provas quando ele , o governador, no momento , parcial ; é uma prova. Sua ” ignóbil ” incompetência há muito é conhecida. Em o sendo quem dá creche as crianças da comunidade? esgotos , reforma de escolas, apoio financeiro a iniciativas esportistas e cobra pela segurança dos inúmeros cidadãos de bem na comunidade : os competentes traficantes e seus ouros estampados .( bom, parênteses: era assim) Vem ordens de dentro da prisão. Caos seria a palavra mais tênue a definir o estado de sítio que virou a cidade.

Na intervenção se instalando ” morreram ” a defensora da não instalação da intervenção pelas forças do exército.

Virou mártir. Em plenário bradava por e direitos aos negros que na minha parca opinião não são negados a e nunca o foram. Tive colegas negros filhos de empregadas domésticas e porteiros que com muito esforço se formaram médicos e o são exemplares ( sem cotas). Se declarava negra. Mentiu nunca foi porque é uma mix digna deste Brasil: ali corria sangue de misturas raciais advindas do descobrimento. de todos continentes que aqui aportaram. Defendia uma porção de Mcs e basta analisar as tais ” músicas” por eles ou pagas por eles para cantar que se nota toda a guerreira que se foi: lutava contra o abuso e direito de mulheres : as Mcs cujo nome de uma guardei , ” clara” , canta uma apologia homofóbica real no tal funk em termos reais: “aponta para o viado , que o ânus” ( na música é aquilo mesmo) do companheiro é , olhem nem sei o que! O gabinete era ligado a Mcs, negros ou não, a Lgbt em total e completa desarmonia com o discurso das tais ” posições de Kama Sutra” adotadas nas ” músicas” assim como homofóbicas dentro do apoio total a causa lgbt até com ” beijos apaixonados e apaixonantes, não importando a hora, o local, e se havia menores ou não.

Imagine: isto é coisa do passado.

A desordem moral é vigente e urge servir as causas agora da esquerda caviar, a mesma que a elegeu.Seus votos não vieram das comunidades. Maioria da zona cujo metrô quadrado é o mais caro ,se não me engano, do mundo. Do país com certeza. A esquerda caviar tinha de colocar no plenário da Câmara de vereadores quem defendesse a única alegria e felicidade que encontram: as carreirinhas de coca, o baseado e outras lícitas a eles porque não tem mais graça a vida a não ser que estejam nas ” nuvens” ou ” variando”.

Nada justifica o assassinato.

Nada!

Mas tornar-se motivo de comoção nacional , mártir de um povo?

Quase 300 policiais assassinados só este ano. Professora ” queimada viva” para defender alunos. Pai assassinado a frente da filha ou filho de 3 anos.Entre inúmeros outros. E a ” classe musical” ergue sua voz pela moça lá que não se definia se negra ou não . Aproveitaram e vão exigir para se calatem a volta da Rouanet. Eu entendo: faz falta o salário rs

Vai vendo.

Aqui estou entre cobras, escorpiões , lagartas, aranhas e pediatria ou seja vou me tornar uma ” médica de roça”

Gostaria do pai vivo agora. Iria adorar, isto se não fosse comigo a roça . Farmacêutica prático desde muito jovem tenho certeza que iria me dar ” um banho em diagnóstico’ mas não estando para eu consultar aquela biblioteca que fabricava os remédios sigamos estudando os bichos peçonhentos que devem afligir a população rural. Tem vantagens: peçonhentos aqui são bichos mesmo não uma corja de pilantras.

Creio que vou ter estórias fantásticas talvez melhores, bem melhores que da classe AAA do Rio.

Mas preciso ler muito e saber o que aparecer.

Olhem : comprar jaleco aos quase 66 , nunca tendo esperado pelo atropelamento da “entourage Cabral/Pezão” em um país chamado Brasil , reconheçamos é desafiador.

Afinal já é a quarta vez e faz parte da estória contada em nossas faces o que justifica a ilustração acima.

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Autor: betaniasemh

Professora universitária pela UERJ e médica do Hospital Federal Cardoso Fontes/ Rio de Janeiro duração : 35 anos aposentada 65 anos. Solteira, sem filhos. Viagens, arte, música e escrever são minhas predileções atuais não deixando de forma alguma a medicina agora como um fator de ajuda a necessitados. A paixão por escrever sobre os mais variados assuntos me moveu até aqui.( Ler é vestir a alma, escrever é despi-la) Resido atualmente na região serrana do estado do Espírito Santo na cidade de Santa Teresa colonização italiana e alemã.

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